Colcha de retalhos (Rafael Caneca)

Saio andando por aí, atordoado. Já passa das duas da manhã. Meu coração não pára de bater acelerado, e meus pensamentos, atropelando uns aos outros, insistem em inibir o raciocínio correto da mente. Ninguém nas ruas, a não ser carros bêbados voltando de farras noturnas – ou indo, ainda; quem sabe? Motoristas possíveis assassinos, pedestres certamente suicidas – existe, no […]

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